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Marina Lima topa todas no Rival

Cantora apresenta seu novo show aos cariocas

Marina Lima - Foto: Fábio Vizzoni - Site Música & Letra
Dizem por aí que o ano começou pra valer nesta semana. Seguindo esta máxima, é possível afirmar que Marina Lima está iniciando 2008 com chave de ouro: após oito anos sem se apresentar no Teatro Rival Petrobrás, a cantora e compositora chega com tudo, apresentando aos cariocas seu novo show: Topo todas tour, que estreou nesta quinta-feira no Rio. O inusitado nome, escolhido através de uma votação em seu site oficial, foi extraído de um dos versos de Vestidinho vermelho, versão de Alvin L para Beautiful Red Dress, da americana Laurie Anderson.

Marina Lima - Foto: Fábio Vizzoni - Site Música & Letra

“Eu quero ser crooner esta noite”

Acompanhada por Fernando Vidal (guitarra), Dudu Trentin (teclados), Cristiano Galvão (bateria) e Renato Alscher (programações e monitor), Marina propõe um desfile de grandes sucessos, como Nosso estranho amor (1980), Pierrot (1998), Acontecimentos (1991), Beija-flor (1995), Virgem (1987), apresenta canções de seu último CD, Lá nos primórdios, como o tango Três, composto em parceria com o imrão, Antônio Cícero, após uma viagem a Argentina – “É um povo passional, inteiro” – afirma, além de Valeu, Anna Bella, Vestidinho vermelho, $ Cara (canção de 1989 regravada neste CD) e Difícil, que fez tanto sucesso em 2007 quanto em ’85, ano de seu lançamento, impulsionado pelos personagens Bebel (Camila Pitanga) e Olavo (Wagner Moura) na novela “Paraíso Tropical”, que ela relembra no show.

Marina Lima - Foto: Fábio Vizzoni - Site Música & LetraCom um copo de whisky na mão, entre garrafas d’água, Marina Lima revela que, eventualmente, acompanha o que acontece em sua comunidade no orkut, e “antes que digam que ela está de porre”, como o que aconteceu recentemente após um show em Guarapari (ES), afirma que “só está bebendo um gole”. Homenageia Herbert Vianna e Paula Toller em Nada por mim (1985) e Lobão em Me chama (1984), que, segundo ela, “são compositores de sua época”. Atemporal, ataca de Lupiscínio Rodrigues em Nervos de aço, e põe todo mundo pra dançar com as indispensáveis Pra começar (1986), Fullgás (1984) e À francesa (1989), que, segundo Antônio Cícero em depoimento exclusivo, “é a sua composição preferida”, entre as dezenas que vêm fazendo a quatro mãos desde os anos 70.

Bem-humorada, Marina Lima se mostra bem à vontade neste novo show, que fica em cartaz no Rival até sábado, dia 16. Confira.

Mais imagens do show:

Marina Lima - Foto: Fábio Vizzoni - Site Música & Letra

Marina Lima - Foto: Fábio Vizzoni - Site Música & Letra

4 Comments

  1. Guilherme

    Fábio,
    Sentar na mesma mesa de Antônio Cícero foi um capítulo a parte, né?
    Que figuraça. Foi muito divertido. Ela foi uma verdadeira crooner mesmo.
    Fiquei com inveja do texto! hahahaha
    Vou bater o meu hoje.
    Abração!

  2. stefany

    eu que postei sobre o porre no orkut. 😀
    foi o porre mais elegante que eu já vi na minha vida!
    o show não teria sido o mesmo…
    e essa guitarra.!!!.

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