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Bossa nova, patrimônio cultural do Rio de Janeiro

Prefeitura decreta o tombamento do ritmo musical brasileiro

Depois do samba, agora é a bossa nova que passa a fazer parte do patrimônio cultural do Rio de Janeiro. Em decreto publicado ontem no Diário Oficial do município, a Prefeitura do Rio anunciou o tombamento do ritmo que, surgido em 1958, revolucionou a forma de se fazer música no Brasil, principalmente após o lançamento dos LP’s “Canção do amor demais”, de Elizeth Cardoso, e “Chega de saudade”, de João Gilberto (foto).

Marco zero do surgimento da moderna música brasileira, a bossa nova de Vinicius, Tom, João, Nara, Lyra, Bôscoli, Baden, Menescal, Joyce e de tantos outros nomes é reverenciada principalmente no exterior e, segundo o prefeito César Maia, este foi um dos fatores determinantes na decisão: “Além do impacto cultural interno, o impacto externo da bossa nova foi o maior de todos os tempos para a música brasileira e permanece sendo. Basta ver as músicas brasileiras mais tocadas e gravadas no exterior. Talvez sejam as únicas com impacto nos EUA” – afirma.

Parabéns a todos que fizeram (e continuam fazendo) a história da bossa nova!

2 Comments

  1. jose prado

    A bossa nova só poderia ter nascido no Rio de janeiro. Suas melodias têm muito a ver com a cidade ( praias, sol, mar, mulheres lindas, etc). Basta vc escutar uma canção do gênero que logo imagina o que? Si, a cidada maravilhosa. Então, nada mais justo

  2. Cesar Weber

    Homenagem mais que justa.
    Quem disse que o Brasil não tem memória? O Brasil tem memória sim!
    A bossa nova é a prova de que o talento brasileiro é único e reverenciado no mundo inteiro.

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